Bom, só deixando claro que a culpa do blog estar abandonado é do Gask ser preguiçoso.
Se alguém ler isso ainda, vai ver que faz 1 mês que era vez dele de postar.
Então quem se interessar pelo blog ainda, enche o saco dele porque eu já tapei muito buraco da preguiça dele já... E não vou mais fazer posts seguidos por causa disso.
Fatos esclarecidos.
Falou!
domingo, 31 de maio de 2009
Mimimimi
WeRF'd by Digo às 22:33 2 comentários
sexta-feira, 1 de maio de 2009
WeRF in Love [parte 3]
Cá estou eu novamente!
E para terminar a trilogia do WeRF in Love. Esta parte é a parte onde acaba um Digo e começa outro. A parte em que se dividem águas, Mares Mortos e até os Mares Vivos! Sensacional! Vai mudar a sua vida! Até de quem não leu. Dos BV's e dos life-rulers. Até do seu cachorro! E tudo isso nesse parágrafo é propaganda enganosa para você ler a história até o fim, porque talvez seja tedioso saber a saga de um looser subindo a uma categoria um pouco melhor.
Tudo começa temporalmente quando entro na escola batizada de ETE Hortolândia, a mais conhecida Magalhães Teixeira. A minha grande vantagem sobre a maioria dos outros bixos era que eu tinha colegas de classe que já eram meus conhecidos de outrora, e até tinha um amigo veterano! Resumindo, tinha vantagem estratégica na influência escolar, tendo oportunidade de expandir meus ramos de popularidade com grande êxito. Mas aí mora um problema, pois eu nunca aspirei ser famoso. Aspirava terminar o colegial e decidir o que fazer da vida. E também, o Felipe, meu amigo veterano, não era o "líder" da sua classe. O 3°A era uma classe totalmente lúdica, e ninguém queria comandar nada, nem classe, muito menos a escola. O contrário dos B's. Mas isso é um detalhe insignificante, visto que eu não cheguei a me relacionar com essa galerinha.
Até então, unidos éramos eu, Matheus, Pedro Mazzaferro e Susana. A Su, que eu conheci, assim como o Felipe, nas viagens de ônibus de ida e volta para casa com a linha da empresa Itaparica, acabou se tornando uma grande amiga que até então eu nunca tinha tido. O Pedro e o Matheus a conheciam das minhas festas de aniversário, se não me engano. Enfim, a minha turminha era essa.
Foi um ano muito divertido. Só não digo o mais divertido de todos, porque o meu 3° colegial foi marcante, mas até aquela data, estava sendo um ano muito bom. E como vocês sabem, eu saí da 8ª com o fardo de nunca ter beijado, e nem "tomado bota" de ninguém. Fatos que eram de conhecimento desses meus atuais colegas de classe. Ah, outra coisa engraçada é que eu já sabia da existência de um tal Marcio Gaschi, mas eu não tinha a menor noção que ele se tornaria um dos meus melhores amigos.
Certo. Show do Shaaman em Hortolândia. O Gask estava lá, mas ainda não conversávamos. Beleza. Tempos depois, houve um outro show no mesmo local. Na verdade, eram shows de bandas do cenário hortolandense, e um evento de skatistas. Eu fui pra curtir, nem sabia quem eram as bandas. Esse momento da minha vida é como aquele momento épico no filme Efeito Borboleta, onde o cara conhece a garota. Se eu não conhecesse a Su, e ela não tivesse me apresentado as amigas dela, tudo seria diferente.
Praticamente fim dos shows. Passeando sem rumo, acabei sentando junto da Su. E algumas amigas. Não precisava, mas cito que meu marcador de vergonha apontava no máximo mais uma vez. Conforme a conversa ia desenrolando, o ponteiro foi descendo de nível. Num certo momento encostei numa das amigas, e como eu tinha cabelo já em um tamanho considerável, ela começou a me fazer uma espécie de cafuné. Já tive melhores, mas era um cafuné entre pessoas que nem se conheciam direito. Foi passando a hora, e eu ensaiando mentalmente uma desculpa para chamá-la de canto e pedir pra "ficar". Hoje, o Digo de hoje, simplesmente diria o que necessita ser dito. Mas aquele Digo, aquele de 2005, precisava disfarçar. Disfarçou tanto que a mãe da Su chegou, e arrastou todas elas para suas devidas casas, deixando o rapaz aqui com seus pensamentos e remorsos. O famoso remorso daquilo que não fez. E de que se tivesse feito, teria também.
Ah, isso era domingo. Ou sábado? Sei lá, era Setembro. Pelo menos o Dia D foi no dia 15/09. Na segunda-feira seguinte à cagada, lamentei-me com a Susana, dizendo que eu tinha sido lerdo, etc, etc. Ela me acalmou. Beleza. O que eu não sabia é que ela estava mexendo seus pauzinhos.
Entrou em contato com a garota que havia feito o tal cafuné. E perguntou se ela se interessava em ficar comigo. Não sei se ela citou meu BV, mas eu sei que ela foi minha porta-voz involuntária. Sabe quando você precisa de uma coisa, mas não pede ajuda pra ninguém por orgulho? Mais ou menos isso. E a garota aceitou. Marcou um dia a tarde para sairmos. E a Su me falou. No momento me senti meio pressionado. Depois acalmei. Depois pressão de novo. Muitos pensamentos, mas acabei faltando no SENAI e deixei rolar a fita. Fosse ou não mico, eu tinha que tomar vergonha na cara um dia.
Passamos na casa da Su, eu troquei de roupa e tudo mais. Peguei o Halls Preto que eu havia comprado e parti para a aventura. Não me lembro bem qual foi a quest, mas lembro a dungeon. Era um bosque do bairro da Su, onde folcloricamente as pessoas se pegavam. Eu fiquei sabendo disso depois. Deu até uma fofoca maldosa pro lado dela, mas isso foi passado. Estávamos lá Su, uma outra amiga dela, Matheus, Pedro, eu e a "garota-alvo".
Eu nunca chupei tanto Halls na minha vida. Foi um pacotinho inteiro só pra mim em uns 10 minutos. Muita ansiedade. Mas eu tava na esperança de que ela desistisse, ou que ocorresse qualquer coisa que cancelasse aquilo. O que eu mais queria era pular fora daquele esqueminha furado. A Su me empurrando, falando pra eu ir conversar com ela, e eu com puta vergonha absurda. Depois a Su ia nela e falava pra caramba. Eu tava imaginando o que seria:
Su: Vai lá, fica com ele. Ele tá com muita vergonha...
Ela: Eu não. Molequinho sem graça. Nem pra conversar não serve.
Su: Olha, ele matou SENAI pra vir aqui, e eu prometi pra ele que ia ajudá-lo a perder o BV agora vai lá e resolve isso.
Ela: ...
Largaram-me, então, sozinho com ela. Eu me aproximei, ela encostada numa árvore. Ela disse "Oi" e de repente os lábios dela estavam nos meus, e eu tentava usar toda a teoria que o Pedro, majester do beijo, e o Matheus, recém-desBVado pela Su, haviam me passado. Acabei me salivando todo. Num beijo de sei lá quantos 30 segundos, com apenas gosto de Halls Preto. Halls. Minha língua tava até mumificada de tanto Halls.
Meu coração batia na goela, eu tava tão vermelho que tava chegando no roxo. A garota terminou o beijo, nem olhou pra mim, virou as costas e saiu andando depressa, e logo depois correndo. Eu senti uma ponta de tristeza, outra de alegria, outra de GAME OVER. Tudo ao mesmo tempo. Acho que o momento que se mais sente coisas estranhas na vida deve ser esse momento. Do primeiro beijo tardio. Quem não viveu isso, deve sentir isso dando final no Donkey Kong Country 2.
E eu vi o Digo de 15 anos ficando para trás. Fiquei com a Sheila ainda naquele ano. Foi uma coisa bem ridícula. Mas foi uma primeira experiência de relação. Fiz muita merda, e quando achei que ia começar a namorar, ela foi se distanciando, distanciando... E eu saquei o The End. Pedi as contas e fui ser um garoto solteiro por mais alguns meses seguintes.
Assim termina a minha saga antes de saber o que é um beijo. Outras histórias relacionadas que ocorreram após isso merecem atenção especial. Somente citá-las seria um disperdício de assunto.
Espero que tenham gostado. Se não gostou, não posso fazer nada. Essa foi a minha fase mais bagunçada da vida.
Um abraço e até a próxima!
sábado, 25 de abril de 2009
Opa Opa
Sim, sim faltamos na semana passada com o post.
Esta semana não será diferente, há!
Brincadeira. Era semana de provas, e nesta é FanMixCon, mas no próximo domingo, prometo a parte 3 do "WeRF in Love"...
Esperem algo revolucionário!
Até lá!
WeRF'd by Digo às 21:34 3 comentários

